Nossas lideranças têm investido um tempo precioso para organizar eventos, mas as pessoas que frequentam nossos encontros são estimuladas a participar de nossos Grupos? Elas passam a ter uma vivência eclesial? Tornam-se compromissadas com o anúncio, ou estão vivendo de encontro em encontro em buscas dos “aspectos gloriosos” da caminhada?


