Senhor, eu clamo por vós, socorrei-me sem demora (Sl 140,1). Isto todos nós podemos dizer. Não sou eu que digo, é o Cristo total que diz. Contudo, estas palavras foram ditas especialmente em nome do Corpo, porque, quando Cristo estava neste mundo, orou como homem; orou ao Pai em nome do Corpo; e enquanto orava, gotas de sangue caíram de todo o seu corpo. Assim está escrito no Evangelho: Jesus rezava com mais insistência e seu suor tornou-se como gotas de sangue (Lc 22,18).
O Papa Bento XVI em sua Carta Apostólica Porta Fidei, onde faz suas as palavras do Beato João Paulo II, recorda e afirma que os textos deixados pelos Padres Conciliares “não perdem o seu valor e nem sua beleza”; “devem ser conhecidos e assimilados como textos qualificativos e normativos do Magistério, no âmbito da Tradição da Igreja”; é “a grande graça que beneficiou a Igreja no século XX”; e uma “bússola segura para nos orientar” neste século.
Anunciar Jesus Cristo começa com o testemunho de vida. Nossas Paróquias, com suas Comunidades, Pastorais, Movimentos e Serviços, são chamadas a resplandecer pela alegria da acolhida. Conheço uma família que retornou à prática da vida cristã apenas porque encontrou o Pároco cumprimentando os fiéis à porta da Paróquia. A resposta que esta esperava chegou antes do sermão!