Há alguns meses, surpreendi-me com uma afirmação da médica e escritora Ana Beatriz Barbosa Silva: O herói de ontem tornou-se o otário de hoje. Algo fez um “clic” dentro de mim, certa de que ela havia expressado algo que muitos percebem e poucos conseguem descrever. Onde estão os heróis? Onde os homens e mulheres cheios de virtudes e coragem? Onde os que dão a própria vida para salvar outros?
A Jornada Mundial da Juventude foi criada pelo Papa João Paulo II em 1985, e consiste numa reunião de centenas de milhares de pessoas catolicas, sobretudo jovens. O evento é celebrado a cada dois ou três anos, numa cidade escolhida para celebrar a grande jornada em que participam pessoas do mundo inteiro. Nos anos intermédios, as Jornadas são vividas localmente, no Domingo de Ramos, por algumas dioceses ao redor do mundo. Para cada Jornada, o Papa, sugere um tema.
Nossas lideranças têm investido um tempo precioso para organizar eventos, mas as pessoas que frequentam nossos encontros são estimuladas a participar de nossos Grupos? Elas passam a ter uma vivência eclesial? Tornam-se compromissadas com o anúncio, ou estão vivendo de encontro em encontro em buscas dos “aspectos gloriosos” da caminhada?
Existem pessoas que acham que são livres, mas na verdade são manipuladas. Vivem uma vida inteira fazendo apenas aquilo que está sendo ditado. A música que ouvem, a roupa que vestem, os valores que defendem. Fãs que seguem seus ídolos. Pessoas assim servem, sem saber, a um mercado muito lucrativo. A reflexão tem por base documentos da Igreja; pensamentos dos Papas Pio XII, Paulo VI e João Paulo II; e, também, a Missão assumida pela RCC, descrita em nosso Planejamento Estratégico.
Era véspera de Natal do ano de 1944 e o mundo sofria sob os terrores da Segunda Guerra Mundial que já se estendia por cinco anos. Pio XII dirigiu uma mensagem aos fiéis que foi ao mesmo tempo de conforto e de exortação a respeito de questões relacionadas ao conflito. Um dos assuntos principais foi a democracia. Ele esclareceu que a democracia de fato só é possível por meio de homens conscientes de seus deveres e direitos, de sua liberdade unida ao respeito da liberdade e da dignidade dos demais.
Eu estava conversando com alguns amigos alguns dias atrás e uma das minhas amigas contou de um "jogo" que ela sabia ou que viu pessoas jogando (talvez ela jogou), numa festa. Ela falou sobre um colar que você coloca em alguém que você quer beijar, se você aceitar o negócio é que você pode beijar a pessoa. O fato é que este, que recebeu o colar, beija duas pessoas: uma ao receber o colar e outra ao passar adiante. Ela falou sobre outros tipos de jogos de beijar que você acaba beijando todo mundo ao redor.
A história de alguém que se deixou seduzir pela falácia abortista
[Este depoimento foi recebido por correio eletrônico em 29/09/2011 A autora deu permissão para sua publicação]
Meu nome é Gabriela, tenho 32 anos, nasci no RJ, cresci em uma família cercada de amor e cuidados e atenção. Apesar de ter crescido em uma família católica ouvindo sempre os ensinamentos de Deus, achava tudo isto uma grande besteira, meu discurso era de que o ser humano é o único responsável por sua própria existência.